April 20, 2021
From The Free
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by claudia.abril. shared with thanks

Brazil has asked women to “delay pregnancy” until the Covid-19 pandemic subsides, citing the threat of a coronavirus variant plaguing the country. Between new variants and vaccine risks, now is not a good time to be expecting.

“If it’s possible, delay pregnancy a little until a better moment,” Health Ministry official Raphael Parente said during a news conference on Friday, warning that the P1 variant of the coronavirus prevalent in Brazil “acts more aggressively in pregnant women.”

Brazil has become one of the world’s coronavirus epicenters lately, with 13.7 million cases of Covid-19 recorded and 365,000 fatalities, a death toll second only to the United States.

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Doubly alarming is the high number of babies dying of Covid-19 in Brazil. Between 518 and 1,032 infants under a year old have died with the virus since last February, according to varying estimates collected by the BBC. The country’s overall high rate of infection has been blamed for these infant deaths.

Pasta anunciou o repasse de R$ 247 milhões aos estados e municípios para a implementação de ações relacionadas às gestantes | Foto: Arquivo/Agência Brasil

The so-called P1 variant of the virus is believed to be responsible for the country’s surge in infections, which, public health institute Fiocruz states, has brought the country’s healthcare system closer to collapse than at any time in the country’s history.

First identified in the Amazon city of Manaus, the variant is highly transmissible and more likely to affect younger people. Moreover, scientists claim that the variant is more resistant to vaccines and antibodies.

While the virus itself may put pregnant women at risk, so too may vaccines. Britain’s Joint Committee on Vaccination and Immunisation (JCVI) advised on Friday that pregnant women should choose vaccines from Pfizer and Moderna if possible, as more real-world safety data on these shots exists.

“There is no evidence to suggest that other vaccines are unsafe for pregnant women, but more research is needed,” the JCVI added. Previously, expectant mothers were advised to err on the side of caution and delay vaccination.

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em Portuguese

Ministério da Saúde recomenda que mulheres adiem gravidez devido à Covid-19

Recado foi dado por Raphael Parente, secretário de Atenção Primária à Saúde, durante coletiva de imprensa

Por Da Redação Atualizado em 16 abr 2021, 17h19 – Publicado em 16 abr 2021, 17h17

grávida com máscara na barriga
É dito que grávidas sofrem riscos de desenvolver formas graves de Covid-19 (Foto: Pierre Ogeron)/Getty Images

O Ministério da Saúde pediu, nesta sexta-feira (16), que as mulheres adiem a gravidez até haver uma melhora da pandemia, se for possível. O recado foi dado por Raphael Parente, secretário de Atenção Primária à Saúde, durante coletiva de imprensa.

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A coletiva deu-se para anunciar o valor de mais de R$ 247 milhões para apoiar estados e municípios na implementação de ações relacionadas às gestantes.

“Caso possível, postergar um pouco a gravidez, para um melhor momento, em que você possa ter a sua gravidez de forma mais tranquila. A gente sabe que na época do zika, durante um, dois anos, se teve uma diminuição das gravidezes no Brasil, e depois aumentou. É normal. É óbvio que a gente não pode falar isso para alguém que tem 42, 43 anos, mas para uma mulher jovem, que pode escolher um pouco ali o seu momento de gravidez, o mais indicado agora é você esperar um pouquinho até a situação ficar um pouco mais calma“, disse Parente na ocasião.

O secretário justificou sua fala afirmando que gravidez é, por definição, uma condição que favorece as tromboses, formação de coágulos no sangue. O que pode tornar aCovid-19ainda mais perigosa no momento da gravidez.

Vacinação em grávidas

Segundo o Ministério da Saúde, gestantes, puérperas e lactantes podem se vacinar contra a Covid-19 no Brasil, desde que pertençam a um dos grupos prioritários, especialmente se tiverem alguma comorbidade. A orientação tem como base estudos nacionais e internacionais que avaliaram os riscos e os benefícios de imunizar mulheres nessas condições.

No caso de gestantes sem doenças pré-existentes, mas que façam parte do público-alvo da campanha, a recomendação é que seja realizada uma avaliação cautelosa junto ao seu médico, principalmente se a mulher exercer alguma atividade que a deixe mais exposta à doença.

A gestante também deve ser informada sobre os dados de eficácia e segurança conhecidos dos imunizantes. Quem se enquadrar nesses critérios, deve ser vacinado contra a Covid-19 conforme a ordem de imunização dos grupos prioritários, estabelecida pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO).




Source: Thefreeonline.wordpress.com